
Capacidade · Engenharia sob direção técnica
Engenharia sênior, instalada no seu time.
Um squad que entra no seu processo, no seu repositório e no seu rito, levando junto o padrão de arquitetura que sustenta as plataformas que operamos. Não é alocação por hora: é um time com direção técnica.
Seis disciplinas, de backend a QA, em nível sênior e lead, do discovery à operação.
Grupo ATUO · engenharia Code and Soul · inteligência SYNQi³
O contexto
Alocação entrega corpo. Time entrega direção.
O mercado de serviço de engenharia aprendeu a vender hora e currículo. Chega gente boa, chega rápido, e mesmo assim o projeto trava: ninguém daquele grupo responde pela arquitetura, e as decisões que importam continuam esperando alguém do lado de dentro.
Do outro lado, contratar sênior leva meses, e formar um time leva mais. Quem precisa entregar neste trimestre não tem esse tempo, e acaba comprando quantidade porque é o que está à venda.
O que falta quase nunca é gente. É quem decida.

Como o time entra
Um time inteiro, e não um currículo por vez.
O modelo foi desenhado em torno de duas decisões: quem entra responde por decisão técnica, e a saída é planejada desde o primeiro dia.
Squad, não headcount
O que entra é um time com papéis definidos e um lead que responde pela arquitetura. Você não vira o gerente de projeto de gente que nunca viu o seu domínio.
Senioridade declarada
Sênior e lead, nomeados antes de assinar. Sem júnior apresentado como pleno para fechar a conta, que é o defeito mais comum desse mercado e o mais caro de descobrir depois.
O padrão da casa viaja junto
As mesmas decisões de arquitetura que sustentam as plataformas que operamos entram com o time: observabilidade, portão de segurança no deploy, infraestrutura como código. Não é a opinião de quem chegou, é o acervo de quem já operou.
Entra no seu processo
Seu board, seu rito, seu repositório, sua definição de pronto. Time que exige ferramenta própria cria uma segunda operação dentro da sua, e você passa a integrar as duas.
Cobre o ciclo inteiro
Discovery, arquitetura, construção e operação. A mesma gente que desenhou está lá quando o plantão toca, que é a única forma de a decisão de arquitetura ter consequência para quem a tomou.
A saída é parte do contrato
Documentação, transferência e seu time operando sem nós. O objetivo é deixar capacidade instalada, não contrato renovado por dependência.
Três formatos, um time em cada um.
A unidade é um time, nunca uma pessoa avulsa. O que muda entre os formatos é o tamanho, não o nível: todos têm um lead que responde pela arquitetura.
Lead
Para quem precisa de decisão e não de braço. O time é seu; o que falta é quem responda pela arquitetura e registre o porquê de cada escolha.
Squad
Para quem precisa entregar uma frente inteira sem esperar seis meses de contratação. Entra no seu repositório, no seu board e no seu rito.
Squad ampliado
Para plataforma com várias frentes simultâneas, onde qualidade e dado deixam de ser tarefa de alguém e passam a ser disciplina com dono.
Ciclo de 90 dias, renovável, com revisão de composição e de escopo no fim de cada um. Preço mensal pela capacidade do time: não é hora e não é escopo fechado. Todo mês sai um relatório com entregas, decisões registradas, verificações construídas e o que já foi transferido para o seu time. Onde a esteira de deploy permite medir, o relatório traz também as métricas de entrega: frequência de deploy, tempo de mudança, taxa de falha e tempo de recuperação. Onde ainda não permite, instalar essa medição é a primeira coisa que o lead propõe.
Cada pessoa é apresentada pelo nome antes da assinatura, com perfil e entrevista técnica se você quiser. Substituição só com aviso, com sobreposição paga por nós e alguém de nível igual ou maior. E você pode pedir troca por inadequação, sem justificar tecnicamente.
As seis disciplinas, no mesmo time técnico.
A composição muda com o problema. O que não muda é o nível: a residência não tem banco de currículo júnior para preencher vaga.
IA no trabalho de engenharia
A IA escreve mais rápido do que qualquer time revisa.
Usamos geração assistida todos os dias, inclusive para construir o que vendemos. A decisão que importou não foi se usar. Foi o que precisa ser verdade para código gerado entrar numa base que você vai manter depois que a gente sair.
Quem assina responde
O commit tem um humano nomeado como autor e o modelo nomeado como co-autor, sempre. A responsabilidade não fica difusa: qualquer linha do histórico diz quem assinou e com o quê. Geração não é autoria delegada.
Portão antes de velocidade
Promessa sem verificação é só promessa. Quando não existe portão para o que o software promete, ele é construído antes da correção e passa a rodar dentro do build, que o deploy chama. E é provado quebrando-o de propósito, porque portão que nunca falhou não é portão, é decoração.
O que foi decidido fica escrito
A geração produz código mais rápido do que produz entendimento. O que não cabe no diff, a premissa que era falsa ou a causa deduzida errado, é registrado junto. Senão a próxima pessoa redescobre pelo mesmo erro.
Nada entra sem rodar
Teste com stub protege a produção e deixa a cadeia inteira sem prova. Antes de dar por pronto, uma execução real no ambiente onde a mudança vai viver. E o que não deu para verificar é dito, em vez de passar como verificado.
E o limite, dito antes de você descobrir: geração assistida não substitui senioridade, amplifica a que já existe. Num time sem quem responda por arquitetura, ela produz mais código ruim mais rápido. É por isso que ela aparece aqui dentro do modelo de residência, e não como oferta separada.
Isso não acelera o primeiro mês. Acelera o segundo ano, que é quando alguém precisa mudar aquilo sem a gente na sala.
A saída é combinada antes de começar.
Encerrar o contrato não pode depender da boa vontade de quem está saindo. Por isso o plano de transição é anexo do contrato desde a assinatura, e não uma conversa no fim.
- Na assinatura
O contrato traz o plano de transição e saída: a lista do que precisa estar documentado, quem do seu time recebe cada parte, e como se mede que a transferência aconteceu.
- Durante
A transferência é contínua, não um evento. Decisão registrada junto da mudança, documentação versionada no seu repositório, e o relatório mensal mostrando o que já passou para o seu time.
- No encerramento
Um período de passagem combinado, de 30 a 60 dias, com o seu time operando sob acompanhamento e a nossa capacidade mantida até o seu aceite formal da transferência.
O código, a infraestrutura como código e a documentação são seus, no seu repositório e na sua conta, do primeiro dia ao último.
O que muda
O que muda na sua operação.
A decisão técnica deixa de esperar: ela acontece dentro do time, com quem vai operar o resultado. E quando o contrato acaba, o que fica não é um buraco, é o padrão rodando na sua casa, documentado e operado pela sua gente.
Squad
um time com lead, não um currículo por vez
Senior · Lead
nível nomeado antes de assinar
Padrão da casa
a arquitetura que já opera entra junto
Saída planejada
capacidade instalada, não dependência
Conexões
Onde essa capacidade já rodou.
- →
Plataforma de grande escala em produção contínua
Canais, APIs e integrações críticas, em produção 24/7.
- →
Soul Stack, a base que o time leva
Infraestrutura serverless com portão de segurança, provisionada na sua conta.
- →
IA aplicada dentro da operação
Onde a inteligência entra no fluxo, e não num relatório.
- →
Voltar para a home
Ver todos os cases em camadas.
O que falta quase nunca é gente. É quem decida.
Chega gente boa, chega rápido, e mesmo assim o projeto trava: ninguém daquele grupo responde pela arquitetura.
O que está dando certo no log e errado no destino?
Cinco dias olhando o seu sistema por dentro, com acesso de leitura, e três achados reproduzidos no seu próprio ambiente. Você leva o documento e decide depois.
O que perguntam antes de assinar
- Isso é staff augmentation?
- Não. Staff augmentation é pessoa por hora, escolhida por currículo e gerida por você. Aqui a unidade é um time dedicado com papéis definidos e um lead que responde pela arquitetura, com preço mensal pela capacidade. Você não gerencia a nossa gente: você combina o resultado com o lead.
- Qual a diferença para contratar um time dedicado comum?
- Duas exigências a mais, e as duas estão no contrato: senioridade declarada, com cada pessoa apresentada pelo nome antes de você assinar, e saída planejada, com o plano de transição anexo desde a assinatura. Time dedicado sem essas duas é terceirização com outro nome.
- Vocês fazem outsourcing de desenvolvimento?
- Se outsourcing significa mandar o problema para fora e receber o resultado pronto, não. O time entra no seu repositório, no seu board e no seu rito, e o que fica no fim é capacidade instalada no seu time, não dependência de nós.
Esta infraestrutura é nossa, não de um slide.
- 108
- stacks CloudFormation em operação ativa
- 252
- funções Lambda sustentadas em produção
- 170
- tabelas DynamoDB em operação
- 15
- especialistas nominais, sênior e lead
- 3
- produtos próprios em escala
- 6
- anos operando, sem interrupção
Números da nossa própria conta AWS e do nosso time, não de um projeto de cliente. É a diferença entre quem opera e quem aconselha, e é por isso que a gente pode publicá-los sem pedir permissão a ninguém.
Conte qual é o time que falta.
A conversa começa pelo problema, não pelo número de vagas: o que precisa ser entregue e até quando.
Engenharia não é decoração. É direção.
Qual é o time que falta?
A conversa começa pelo problema, não pelo número de vagas: o que precisa ser entregue, até quando e o que já existe de time do seu lado.
Engenharia não é decoração. É direção.
