Diagnóstico de engenharia

    Cinco dias olhando o seu sistema por dentro.

    Três achados reproduzidos no seu ambiente. Conduzido por um sócio.

    Os recortes

    Você escolhe um. Cinco dias não cobrem cinco frentes.

    Cada recorte é uma pergunta que a gente já sabe responder, porque é uma que já respondemos operando. Escolher um é o que faz cinco dias terminarem com achado reproduzido em vez de panorama.

    Falha silenciosa

    O que está dando certo no log e errado no destino?

    Integrações · filas · webhooks · conciliação entre sistemas

    Medição e receita

    O número que a diretoria vê bate com a fonte?

    Painel · eventos · atribuição do clique ao contrato · consentimento

    ERP e multiempresa

    Cada CNPJ sabe o que é seu, e a nota sai certa?

    Cadastro · regras fiscais · intercompanhia · integrações do ERP

    Nuvem, custo e segurança

    Quanto desta conta é desperdício, e quem tem acesso a quê?

    Conta AWS · IAM · custo por serviço · credenciais de integração

    Agentes de IA

    O que o agente pode fazer sozinho, e quanto custa cada tarefa?

    Ferramentas do agente · permissões · avaliação · custo por tarefa

    A regra

    Achado que não foi reproduzido não entra no documento.

    Cada achado traz como foi reproduzido, o que custa deixar como está e o que custa resolver. Não é relatório de boas práticas: é o que está acontecendo no seu ambiente, com o caminho para ver acontecer de novo.

    Como funciona

    Cinco dias úteis, com data de início e de fim.

    1. Dia 0

      Conversa de trinta minutos para escolher o recorte, assinar a confidencialidade e liberar acesso de leitura. Acesso de escrita não é pedido em nenhum momento.

    2. Dias 1 a 4

      Investigação. Cada achado é conferido no destino, nunca no log de quem enviou — porque é no destino que a diferença entre sucesso declarado e efeito real aparece.

    3. Dia 5

      Uma hora com quem decide, e um documento de três a cinco páginas. Sem anexo de oitenta slides.

    Você leva o documento e resolve sozinho, com outro fornecedor ou com a gente. As três saídas são previstas, e nenhuma delas depende de nos contratar.

    Os limites

    O que entra, e o que a gente não promete.

    O que entra

    • Três achados reproduzidos no seu ambiente, com o caminho para reproduzir de novo.
    • O custo de deixar como está e o custo de resolver, em cada achado.
    • Um sócio e um lead técnico, do primeiro dia ao último.
    • Um documento curto que você usa com qualquer fornecedor, inclusive nenhum.

    O que não prometemos

    • Número de economia antes de medir. Se a gente não mediu, não escreve.
    • Auditoria completa em cinco dias. Um recorte feito a fundo vale mais que cinco pela metade.
    • Achado que não foi reproduzido, por mais provável que pareça.
    O que a casa opera

    Esta infraestrutura é nossa, não de um slide.

    108
    stacks CloudFormation em operação ativa
    252
    funções Lambda sustentadas em produção
    170
    tabelas DynamoDB em operação
    15
    especialistas nominais, sênior e lead
    3
    produtos próprios em escala
    6
    anos operando, sem interrupção

    Números da nossa própria conta AWS e do nosso time, não de um projeto de cliente. É a diferença entre quem opera e quem aconselha — e é por isso que a gente pode publicá-los sem pedir permissão a ninguém.

    Perguntas que a gente ouve antes de começar

    E se vocês não acharem nada?
    Você recebe o que foi reproduzido, e o documento diz onde a gente olhou e não achou. Isso também é informação: saber que a conciliação está sã vale o que custa descobrir. O que não acontece é a gente preencher o espaço com boas práticas para o documento parecer cheio.
    Precisa de acesso de escrita?
    Não. Acesso de leitura, e só no recorte escolhido. Nada é alterado, nada é implantado, nenhum script nosso roda em produção. Se um achado exigir um teste que mexa em algo, ele vai no documento como teste proposto, para o seu time rodar.
    É auditoria completa?
    Não, e não deveria ser. Auditoria completa em cinco dias ou é superficial em tudo ou é funda em nada. O diagnóstico escolhe um recorte e vai ao fundo dele, com achado que você consegue conferir sozinho depois.
    O que acontece depois?
    Você leva o documento. Pode resolver com o seu time, levar para outro fornecedor ou nos chamar. Se for com a gente, o caminho natural é uma residência de engenharia por missão, com a saída combinada desde a assinatura. Nenhuma das três depende da outra.
    Quem conduz?
    Um sócio e um lead técnico da casa, os dois do começo ao fim. Não há passagem de bastão de quem vendeu para quem executa, porque quem conversa no dia 0 é quem investiga nos dias 1 a 4.
    Vocês assinam confidencialidade?
    Sim, no dia 0, antes de qualquer acesso. E o documento final é seu: a gente não publica achado de cliente, nem com o nome trocado.

    Cinco dias é tempo de achar o problema. Não é tempo de descrever o seu negócio de volta para você.

    Quem decide já sabe que algo não fecha. O que falta é o endereço.

    Comece pela conversa de trinta minutos.

    É o dia 0: escolher o recorte e ver se faz sentido. Se não fizer, a gente diz na mesma conversa.

    Pedir um horário