
Camada 02 · Engenharia + Inteligência aplicada
A tela sabe onde ela está.
Mídia indoor que lê o catálogo do ponto de venda, monta a própria grade e muda por evento. Não é playlist agendada: é conteúdo que nasce do que aquele lugar vende e reage ao que acontece nele.
Roda no hardware que já está na parede, sem streaming e sem depender da internet da loja.
Produto do grupo ATUO · engenharia Code and Soul · inteligência SYNQi³
O contexto
Mídia indoor virou slide em loop.
Alguém sobe uma arte, agenda uma faixa de horário, e a tela repete aquilo até alguém lembrar de trocar. Em pouco tempo ninguém mais olha. A tela deixa de ser mídia e vira mobília com luz.
E quando a internet do ponto oscila, que é quando ela sempre oscila, a tela apaga. Quase toda plataforma de signage depende de streaming, então a hora de maior movimento é também a hora em que a mídia some.
Tela que repete é tela que ninguém olha. Tela que apaga é pior.

Como abordamos
Uma grade que nasce do lugar, e roda mesmo sem rede.
A plataforma inteira foi desenhada em torno de duas decisões: o conteúdo vem do que o ponto de venda tem, e nada depende da rede no instante em que precisa aparecer.
Offline-first por desenho
O player baixa os arquivos antes e toca do disco. Sem streaming, sem buffer, sem tela preta quando a rede cai. A rede serve para atualizar a grade, não para exibir o conteúdo.
A grade é por aparelho
Cada dispositivo recebe o próprio manifesto. Duas telas no mesmo endereço podem contar coisas diferentes, porque a entrada e o caixa não têm a mesma plateia.
O conteúdo vem do catálogo do ponto de venda
O SYNQi³ entrega o catálogo, e ele vira matéria-prima da grade. Na Fabrik7, 1.353 produtos viram 55 categorias, porque categoria descreve um negócio melhor do que mil nomes. O canal ainda declara a linha editorial que interessa àquele ponto. A tela de uma cervejaria fala de chope por isso, e não por acaso.
A grade muda por evento externo
A programação não é fixa. Um webhook entra e muda o que está na tela: entra uma peça, sai outra, a grade inteira é substituída. O player consulta por entregas instantâneas a cada trinta segundos, para a operação poder reagir ao que está acontecendo nela sem esperar o ciclo.
Conteúdo e anúncio não se misturam
São duas vozes separadas desde o desenho. A peça editorial ancora no que o ponto de venda tem; a de merchandising é a única que nomeia produto. Quem está na frente da tela distingue uma da outra sem precisar pensar.
O sistema não inventa
A peça de merchandising recusa escrever afirmação que ninguém mediu. "O mais vendido daqui" só vai à tela quando existe medição que sustente. Numa tela pública, o pior defeito é o que parece certo.
Impacto
O que isso muda no ponto de venda.
A tela deixa de ser um cartaz com luz e passa a ser parte do ambiente: fala do que aquele ponto vende, reage ao que acontece nele, muda sem alguém subir arte toda semana, e continua no ar quando a internet não está. É mídia que o cliente lê porque é sobre o lugar onde ele está.
Offline-first
toca do disco local, a rede cai e a tela segue
Por aparelho
cada tela com a própria grade, não o mesmo loop
SYNQi³
o catálogo do ponto vira a programação
Por evento
webhook entra e a programação muda
Quer ver rodando?
A plataforma está em operação em ambiente real. A conversa começa pelo ponto: quantas telas, que tipo de público e o que você vende.
Engenharia não é decoração. É direção.